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Prefeitura Municipal de Paripiranga

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Visão Geral

Visão Geral

Bandeira Bandeira do Município
Brasão Brasão do Município
  • Aniversário: 01 de maio
  • Fundação: 01 de maio de 1888
  • Padroeiro(a):Nossa Senhora do Patrocínio
  • Gentílio:Paripiranguense
  • Cep: 48430-000
  • População: 30075 (estimativa)
  • Prefeito(a): (PV)
    2017 - 2020

Cultura



Geografia

Com uma área de 435,707 Km² e uma população de 29.878 habitantes, Paripiranga é um município localizado na região Nordeste do Estado da Bahia, distante aproximadamente 340 km de Salvador - BA e cerca de 110 km da capital do Estado de Sergipe, Aracaju.
A maioria de sua população reside na zona rural, distribuída em várias localidades e povoados, dentre os quais se destacam pela sua área territorial e estrutura física: Conceição de Campinas, Lagoa Preta, Maritá, Apertado de Pedras, Roça Nova e Baixa Funda.
A principal atividade econômica do município é a agricultura, onde podemos destacar a produção de milho, abóbora e feijão.
Paripiranga possui um clima deleitosol, que alterna entre o calor do verão e o frio agradável do inverno. Além disso seu território possui grandes belezas naturais. Entre estas podemos citar:
- Rio Vaza-Barris, importante rio histórico que corta o município;
- Parque das Palmeiras, viveiro de árvores imperiais localizado à entrada da cidade;
- Várias grutas espalhadas por todo o seu território.

População

População estimada [2017] 30.075 pessoas
População no último censo [2010] 27.778 pessoas
Densidade demográfica [2010] 63,76 hab/km²

Clima

O clima do município é quente e sêco no verão, e frio, sêco e muito agradável, no inverno. A temperatura da sede municipal apresentou, em 1956, as seguintes graduações: máxima - 30°C, mínima - 18°C, média - 24°C.
O município apresenta a topografia acidentada com algumas elevações; é banhado pelo rio Vaza-barris e por outros cursos de água de menor significação.
O revestimento florístico do município é rico, revelando a existência de madeiras de lei, destacando-se pau d'arco, jacarandá, pau-ferro e notando-se também as seguintes plantas medicinais: gengibre, jurubeba, purga de batata, catuaba, quina, capeba, mastruço, malva, herva de Santa Luzia, quebra-pedra, ipecacuanha, fedegoso, cássia, angico, barbatimáo e outras.
A fauna é peculiar à maioria dos municípios do Nordeste. De origem mineral existem jazidas exploradas de pedra para construção, manganês e pedra calcária e não exploradas de cristal de rocha. Agradeço ao aluno Michell Santos pela excelente pesquisa.

História

Há incerteza quanto à tribo que ocupava a região onde hoje está localizado o município de Paripiranga. Tupinambás não o eram, certamente, porquanto estes estavam localizados no baixo Irapiranga (Vaza Barris), em terras férteis, e não tinham necessidade nem lhes servia estabelecerem-se no "agreste". Na vasta região circunscrita pelos rios São Francisco, Jacurici e Itapicuru, algumas tribos mantinham seus aldeamentos. Sabemos que na região de Jeremoabo havia as tribos mungurus e ceriacás, quase sempre em pé de guerra, a ponto de O governador-geral D. João Lancastre, em 1697, ameaçar o chefe dos muncurus de mandar decapitá-Ias se a sua gente não sustasse os ataques reiterados contra os cariacás e, na região de Euclides da Cunha, a tribo dos caimbés.

Nada se pode adiantar de positivo quanto a0s índios que habitavam as terras onde atualmente está situado o município de Paripiranga. É, no entanto, tradição corrente, que ali existiu uma tribo denominada vermelhos, havendo quem admite pertencesse ela à família dos tapuias.
A primeira penetração no território ocorreu no século XVII, quando colonos portugueses se fixaram no município, fazendo nascer a povoação de Malhada Vermelha, cujo nome foi mais tarde, mudado para Patrocínio do Coité, hoje cidade de Paripiranga Nos seus primórdios, a povoação de Malhada Vermelha foi premiada pelo cidadão José Antônio de Menezes, que construiu uma capela sob a invocação de Nossa - Senhora do Patrocínio, filiada à freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes do Boqueirão. A dita capela foi elevada à categoria de freguesia pela Lei provincial número 1168, de 22 de maio de 1871, com o nom!, de Nossa Senhora do Patrocínio do Coité.

Foi o arraial de Patrocínio de Coité elevado à categoria de vila pela Lei provincial número 2553, de 01 de maio de 1886, que criou o município de Patrocínio de Coité, com território desmembrado do de Bom Conselho (atual Cicero Dantas), que se instalou a 1.0 de fevereiro de 1888. Pelo Decreto estadual número 7341, de 30 de março de 1931, o município teve o seu nome mudado para Paripiranga.
Os Decretos estaduais 7455, de 23 de julho de 1931 e 7479, de 8 de julho do mesmo ano, anexaram a Paripiranga o município de Cícero Dantas, sendo ai criada a subo prefeitura do mesmo nome. O município de Cícero Dantas foi restabelecido pelo Decreto estadual número 8447, de 27 de maio de 1933, ficando o município de Paripiranga constituído de dois distritos:

Paripiranga e Adustina, cuja composição administrativa foi ratificada de acordo com a Lei número 62-8, de 30 de dezembro de 1953. Recentemente o distrito de Adustina ganhou autonomia administrativa e elevou-se à categoria de cidade. Foi primeiro Intendente o padre Vicente Valentino da Cunha e compunha a primeira Câmara os seguintes vereadores: João Cardoso dos Santos (presidente), Alexandre José Ribeiro, Ludugero de Sousa Rocha, Joaquim Norberto de Santana, Diocleciano Mainart de Oliveira e João Antônio dos Anjos (Compilação da Inspetoria Regional de Estatística por José de Almeida Costa; Chefe da Agência Municipal de Estatística - Antunes Santa Rosa Carvalho).

Aos naturais do município aplica-se o pátrio paripiranguenses. O nome primitivo da localidade onde se originou o município era "Malhada Vermelha", proveniente da abundância de terrenos argilosos com a denominação local de "selão", depois mudado para Patrocínio do Coité, havendo ligação desse nome com a existência, na extrema oriental do município, de grande exemplar de uma árvore denominada coité. Finalmente, por força do Decreto estadual n.º 7 341, de 30 de março de 1931, passou o município a denominar-se Paripiranga, que segundo alguns vêm do tupi "terra vermelha", nome primitivo do lugar; e segundo outra versão é a junção dos vocábulos "pari" (cercado de peixes) e de "piranga" (vermelho), donde viria também Ipiranga, o antigo nome do vaza-barris.

Nada se pode adiantar de positivo quanto a0s índios que habitavam as terras onde atualmente está situado o município de Paripiranga. É, no entanto, tradição corrente, que ali existiu uma tribo denominada vermelhos, havendo quem admite pertencesse ela à família dos tapuias.
A primeira penetração no território ocorreu no século XVII, quando colonos portugueses se fixaram no município, fazendo nascer a povoação de Malhada Vermelha, cujo nome foi mais tarde, mudado para Patrocínio do Coité, hoje cidade de Paripiranga Nos seus primórdios, a povoação de Malhada Vermelha foi premiada pelo cidadão José Antônio de Menezes, que construiu uma capela sob a invocação de Nossa - Senhora do Patrocínio, filiada à freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes do Boqueirão. A dita capela foi elevada à categoria de freguesia pela Lei provincial número 1168, de 22 de maio de 1871, com o nom!, de Nossa Senhora do Patrocínio do Coité.

Foi o arraial de Patrocínio de Coité elevado à categoria de vila pela Lei provincial número 2553, de 01 de maio de 1886, que criou o município de Patrocínio de Coité, com território desmembrado do de Bom Conselho (atual Cicero Dantas), que se instalou a 1.0 de fevereiro de 1888. Pelo Decreto estadual número 7341, de 30 de março de 1931, o município teve o seu nome mudado para Paripiranga.
Os Decretos estaduais 7455, de 23 de julho de 1931 e 7479, de 8 de julho do mesmo ano, anexaram a Paripiranga o município de Cícero Dantas, sendo ai criada a subo prefeitura do mesmo nome. O município de Cícero Dantas foi restabelecido pelo Decreto estadual número 8447, de 27 de maio de 1933, ficando o município de Paripiranga constituído de dois distritos:

Paripiranga e Adustina, cuja composição administrativa foi ratificada de acordo com a Lei número 62-8, de 30 de dezembro de 1953. Recentemente o distrito de Adustina ganhou autonomia administrativa e elevou-se à categoria de cidade. Foi primeiro Intendente o padre Vicente Valentino da Cunha e compunha a primeira Câmara os seguintes vereadores: João Cardoso dos Santos (presidente), Alexandre José Ribeiro, Ludugero de Sousa Rocha, Joaquim Norberto de Santana, Diocleciano Mainart de Oliveira e João Antônio dos Anjos (Compilação da Inspetoria Regional de Estatística por José de Almeida Costa; Chefe da Agência Municipal de Estatística - Antunes Santa Rosa Carvalho).

Aos naturais do município aplica-se o pátrio paripiranguenses. O nome primitivo da localidade onde se originou o município era "Malhada Vermelha", proveniente da abundância de terrenos argilosos com a denominação local de "selão", depois mudado para Patrocínio do Coité, havendo ligação desse nome com a existência, na extrema oriental do município, de grande exemplar de uma árvore denominada coité. Finalmente, por força do Decreto estadual n.º 7 341, de 30 de março de 1931, passou o município a denominar-se Paripiranga, que segundo alguns vêm do tupi "terra vermelha", nome primitivo do lugar; e segundo outra versão é a junção dos vocábulos "pari" (cercado de peixes) e de "piranga" (vermelho), donde viria também Ipiranga, o antigo nome do vaza-barris.

Turismo

Paripiranga, novo paraíso do ecoturismo baiano com sua incrível concentração de cavernas. Entre elas a de Furnas da Roça Nova, onde foram encontrados fósseis pré-históricos.

Formando em toda sua paisagem um impressionante canyon em meio à caatinga. Paripiranga fica na divisa da Bahia com Sergipe e distante 366 quilômetros de Salvador, o município é cortado pelo Rio Vaza Barris.